A Belarmino Carneiro Três anos havia já que eu não visitava o meu amigo Eduardo da Silveira quando, uma noite, ao entrar no meu quarto, encontrei sobre o criado-mudo um cartão postal desse velho camarada que dizia o seguinte: “Por Júpiter!… Parece que estamos de relações cortadas!… Há um século que não apareces. Vem…