Barrabás

PRÊMIO NOBEL DE 1951 Barrabás foi solto e Jesus crucificado, no alto do Gólgota, entre dois ladrões. Os Evangelhos não acrescentam mais uma palavra sobre o destino de Barrabás. E nenhuma lenda, nenhuma tradição nos dá qualquer outra notícia dele. O que teria sido feito desse homem perverso, coração enegrecido de ódio, que já contava, […]

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PRÊMIO NOBEL DE 1951

Barrabás foi solto e Jesus crucificado, no alto do Gólgota, entre dois ladrões.

Os Evangelhos não acrescentam mais uma palavra sobre o destino de Barrabás. E nenhuma lenda, nenhuma tradição nos dá qualquer outra notícia dele. O que teria sido feito desse homem perverso, coração enegrecido de ódio, que já contava, certamente, com a pena máxima e se tornou livre, de um momento para outro, graças ao ódio mais denso desesperado no povo por um Inocente? Como veria Barrabás esse desfecho imprevisto que o restituía à vida e à liberdade? Continuaria na senda do crime ou experimentaria naquela alma turva algum bafejo da graça? Ninguém soube, ninguém o saberá.

Nessa perspectiva de mistério foi buscar-lhe a figura odienta o romancista sueco Lagerkvist para, com o auxílio de uma imaginação poderosa, norteada por um profundo pensamento filosófico, projetá-la em empolgante romance…

 Brito Broca

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