Evolução da prosa brasileira

Agripino Grieco (Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, 1888 − Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1973). Crítico literário, poeta, contista, tradutor, jornalista. Filho dos italianos Pascoal Grieco e Rosa Covello Grieco, provenientes de Basilicata. Em 1906, muda-se para o Rio de Janeiro e começa a carreira de funcionário público na Central do Brasil. Estreia […]

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Descrição

Agripino Grieco (Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, 1888 − Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1973). Crítico literário, poeta, contista, tradutor, jornalista. Filho dos italianos Pascoal Grieco e Rosa Covello Grieco, provenientes de Basilicata.
Em 1906, muda-se para o Rio de Janeiro e começa a carreira de funcionário público na Central do Brasil. Estreia na literatura com uma obra de poesia, Ânforas, em 1910, e três anos depois com um conjunto de contos intitulado Estátuas Mutiladas.De 1913 até 1920 dedica-se inteiramente à leitura de autores clássicos e românticos sem nada publicar. A partir de então escreve colunas literárias em pequenos jornais e revistas até ser convidado pelo crítico Tristão de Ataíde (1893-1983) a substituí-lo em O Jornal, em que estreia com artigo sobre o poeta Gregório de Matos (1636-1696). E esses seus primeiros artigos são reunidos em Fetiches e Fantoches, de 1921, e Caçador de Símbolos, de 1923. Em suas colunas torna-se também grande defensor da obra do poeta Castro Alves (1847-1871).

Sua importância no meio literário, do início da década de 1920 à década de 1950, está diretamente ligada ao fato de permanecer todo esse tempo escrevendo diariamente em importantes jornais, com suas colunas caracterizadas pelo ecletismo e pelo tom polêmico e satírico, tratando de escritores brasileiros, estrangeiros e lançamentos. Após sua morte, em 1973, sua biblioteca pessoal, com mais de 30 mil títulos, é vendida à Universidade de Brasília.

Em comemoração do centenário de seu nascimento, em 1988, é lançado o volume Gralhas e Pavões, com organização do filho Donatello Grieco, que traz apontamentos inéditos escritos em pequenas tiras de papel e encontrados em caixas de sapato.

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